a

VAMOS FALAR SOBRE SEU NEGÓCIO?
LIGUE OU VENHA NOS VISITAR
41 3024-8086
Av. Agostinho Leão Junior, 200 Alto da Glória - Curitiba/PR
O QUE VOCÊ PRECISA?
Preencha o formulário abaixo e faça um orçamento

Algum dado foi preenchido incorretamente e requer sua atenção.

Dados enviados com sucesso!

Obrigado.

ok
8 formas de diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce
02 fevereiro 2018
8 formas de diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce

Qualquer negócio deseja que todos os seus processos sejam otimizados e livres de falhas. Pensando nisso, resolvemos fazer um texto com 8 formas de diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce.

 

O setor financeiro de um e-commerce

Para entender como diminuir os riscos financeiros de um e-commerce, precisamos entender primeiro os principais processos deste setor, como:

 

Fluxo de caixa: funciona como um controle da movimentação financeira do seu negócio em um determinado período de tempo. Nele é registrado todas as entradas e saídas de dinheiro, a verificação do fluxo de caixa pode acontecer diariamente, semanalmente ou mensalmente.

Capital de giro: é o dinheiro necessário para financiar a continuidade das operações da loja virtual, como recursos para as vendas a prazo, manter estoque, pagamento de fornecedores, impostos, salários e mais.

Prazo médio de venda: cálculo do tempo médio de parcelas em que uma operação recebe as vendas. Por exemplo, a sua loja vende os produtos em até 6 vezes sem juros. É preciso contabilizar quantos pedidos são feitos em 6 vezes, quantos são em 5 e assim por diante. Com a média do parcelamento é possível definir um fluxo de caixa generalizado.

Prazo médio de compra: tempo médio em que o e-commerce demora para pagar as suas contas. Por exemplo, o prazo médio de compra de fornecedores ou de matéria-prima para os seus produtos.

Ciclo financeiro: conhecido também como ciclo de caixa, é o período entre o pagamento ao fornecedor e o recebimento das vendas.

Estratégia de precificação de produtos: como o nome já diz, este é o processo de colocar os valores nos produtos vendidos. É importante que os preços estejam adequados ao mesmo tempo, entre a rentabilidade esperada pela loja e aquilo que o mercado está disposto a pagar.

 

 

Riscos financeiros e o DRE

 

Assim como em qualquer outro departamento da sua loja virtual, o setor financeiro também está suscetível a falhas. Para evitar possíveis erros, você precisa conhecer os principais riscos da área. Entre eles, estão:

 

Risco de mercado: é a probabilidade de perdas em decorrência de mudanças nos preços e cotações do mercado;

Risco de liquidez: a provável incapacidade de honrar os compromissos financeiros do e-commerce. Isso pode ocorrer por conta do desencontro entre os prazos de pagamento e os volumes no fluxo de caixa;

Risco de crédito: potencial não pagamento dos seus consumidores ou então pagamentos fora das condições negociadas (como prazo, juros e outros);

Risco operacional: entre os principais fatores está a ausência de controles internos e externos, falhas de equipamentos, má administração e funcionários desqualificados.

 

DRE

Uma ferramenta utilizada pelas empresas para analisar e identificar os riscos financeiros, e consequentemente, reduzir custos é o DRE (Demonstração do Resultado do Exercício). Vamos saber um pouco mais ele?

A DRE é uma demonstração contábil que tem como objetivo mostrar a formação do resultado líquido da loja virtual. O cálculo é feito por meio do confronto entre as receitas, custos e despesas.

Esta demonstração permite ao gestor uma análise mais segura dos resultados financeiros da empresa durante um certo período. É obrigatório que a DRE de uma empresa de capital aberto seja divulgada anualmente. Porém, você pode calcular mensalmente a demonstração do resultado do exercício para fins administrativos e trimestralmente para fins fiscais.

 

 

Formas de diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce

Agora que você já conhece os processos de um setor financeiro e os principais riscos que ele corre, que tal descobrir algumas formas de evitar essas ameaças? Confira abaixo:

 

  1. Na escolha da plataforma do seu e-commerce

como diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce

A escolha da plataforma do seu e-commerce é essencial para a maturidade de toda a operação. Para se ter uma ideia de sua importância, podemos comparar a plataforma escolhida com o ambiente físico de uma loja, em que tudo tem que ser estudado e organizado.

 

A disposição dos produtos, informações, facilidade na navegação e um bom layout são fundamentais na hora de atrair e fidelizar seus clientes.

 

Além das preocupações com o seu público, uma boa plataforma também oferece algumas oportunidades na gestão e acompanhamento do negócio, como: dados sobre a navegação, interação do consumidor com a sua loja, controle de estoque, pedidos e muito mais.

Além de escolher as funcionalidades da sua plataforma, é necessário prestar atenção a sua forma de pagamento. Escolha a melhor opção de acordo com o momento financeiro que o e-commerce está vivendo. As possibilidades mais utilizadas no mercado são: pageviews, comissionamento ou fee mensal.

 

Pageviews: nesta modalidade é cobrado um valor cada vez que a sua loja receber uma requisição de página. Como nem todo acesso ao site se torna em uma venda e gera renda ao seu negócio, a cobrança por pageview pode não ser a melhor escolha.

Comissionamento: aqui a arrecadação é feita a partir de uma porcentagem do valor das suas vendas, ou seja, se em um mês você vendeu pouco, o valor pago à plataforma será menor.

Fee mensal: valor fixo pago à mensalidade, o preço é o mesmo independente da quantidade de visitas ao site e arrecadação de vendas.

 

 

  1. Na forma de pagamento disponível ao consumidor

A forma de pagamento disponível em sua loja virtual influencia diretamente na decisão do cliente. Isto se deve especialmente por conta do alto número de fraudes que acontecem neste meio, sendo assim, o público prefere optar por realizar sua compra em um ambiente seguro.

 

Boleto, cartões de crédito e débito online são as principais formas de pagamento disponível em boa parte dos e-commerce. Contudo, antes de disponibilizar todos estes métodos, é necessário que você analise alguns pontos, como a diferença entre gateway de pagamento e intermediador de pagamento.

 

Gateway de pagamento: para uma melhor compreensão, vamos fazer uma analogia com as lojas físicas. Desta forma, imagine que o gateway de pagamento funciona como uma máquina de cartão de crédito. Ou seja, ele armazena as informações do cartão, encaminha para a validação e só depois aprova a transação.

Intermediador de pagamento: nesta modalidade uma instituição financeira é quem realiza todo o processo para você com um custo percentual, na maioria das vezes o valor é fixo. Aqui o intermediador é quem fica responsável por toda a transação, inclusive na validação da compra. Um exemplo conhecido deste serviço é o Paypal.

 

Se para o cliente, a utilização do gateway ou intermediador do pagamento não faz tanta diferença, para o lojista a escolha mexe diretamente no bolso. Por isso, leve em consideração o processo diferenciado de cada uma das opções, assim como as suas taxas financeiras e riscos. Entre as principais ameaças relativas ao pagamento destas duas variações, estão:

 

Gateway de pagamento

É necessário fazer cadastro em bancos e operadoras de cartão para receber o dinheiro das vendas e isto pode ser um processo bastante demorado;

Os gateways normalmente cobram alguns centavos por vendas, assim como há cobrança para bancos e operadoras de cartão de crédito, ou seja, você vai pagar estas duas tarifas;

Também leve em conta os custos de análise antifraude;

Além disso, há taxas de ativação e em alguns casos, cobranças fixas mensais ou anuais.

 

Intermediador de pagamento

Como o intermediador será responsável pelas fraude, o seu controle é rigoroso e isso pode aumentar o número de compras canceladas, fazendo você perder vendas legítimas;

O intermediador cobra uma porcentagem por transação e, em alguns casos, também existe uma cobrança fixa para cada venda e existe diferença na cobrança entre pagamentos feitos por boleto e cartão de crédito;

Em muitos casos, quando o cliente parcela e você opta por receber o valor à vista, as taxas podem superar o dobro das taxas cobradas nas transações.

 

Algumas plataformas de e-commerce mais robustas, possuem a certificação PCI-DSS, que é um certificado de criptografia de dados o qual permite à plataforma guardar as informações do cartão e, portanto, não fecha o pedido a menos que o cartão seja válido. Assim, a porcentagem de cancelamento ou perda de pedidos devido ao cartão inválido é minimizado, pois avisa o consumidor na hora que a transação não foi efetuada, possibilitando ele escolher outro método de pagamento ou mesmo utilizar outro cartão.

 

Em plataformas que não possuem esta certificação, o pedido é fechado e o cancelamento só é notificado minutos depois quando a compra já foi finalizada. O cancelamento é então efetuado e a compra perdida.

 

  1. Investimentos em marketing e mídias de performance

O investimento em marketing e mídias de performance é fundamental para o crescimento de qualquer negócio. Se tratando de um e-commerce, a publicidade digital não pode faltar.

A boa notícia é que, normalmente, uma campanha digital demanda menos investimento do que as mídias tradicionais (outdoor, TV e etc). Contudo, para ter os resultados esperados é essencial que você invista em profissionais competentes da área ou o que era para ser um marketing com bons resultados se torna um investimento vazio.

 

Em poucas palavras, a mídia de performance tem como objetivo converter um potencial cliente à venda em si. Estas campanhas são baseadas em estratégias que procuram ter o máximo de retorno com o mínimo de investimento.

 

Mas, como saber o valor que eu devo investir em marketing e mídia de performance? Apesar de não ter uma resposta exclusiva, existe alguns cenários para você descobrir o quanto deve gastar nesta área.

Confira nosso E-book de Gestão de Performance no E-commerce para entender como fazer um planejamento estratégico, tático e operacional para a sua loja virtual e descubra como definir um orçamento baseado em dados.

INBBLU-6_CTA

O primeiro passo é analisar como anda alguns fatores da sua empresa, como faturamento, lucratividade, percepção da marca e concorrência. Mesmo depois de estudar todos essas variáveis, como defino um valor de investimento para o marketing? Em uma média geral podemos dizer que:

 

Empresa com crescimento levemente acelerado: investimento de 20% do faturamento;

 

Empresa que está se sustentando sem ganhar marketshare: investimento de 7% do faturamento;

 

Empresa madura que busca mais marketshare: investimento de 12% do faturamento.

 

 

  1. Aumentando a margem bruta

 

Para falarmos sobre como aumentar a margem bruta de seu negócio, é preciso entender primeiro a diferença entre preço de custo e preço de venda.

 

O primeiro, preço de custo, é o valor cobrado sobre o produto levando em conta somente os gastos com matéria prima e mão de obra. Ou seja, nele não é acrescido a porcentagem de lucro, nem os preços referentes ao estoque e outros custos básicos. Já o preço de venda leva em conta todas estas variáveis.

 

A fixação do preço de venda em um e-commerce tem alguns objetivos, entre eles:

Penetração no mercado;

Seleção de mercado e público-alvo;

Pronta recuperação do fluxo de caixa;

Promover linha de produtos;

Maximizar o lucro;

Eliminar a concorrência.

 

A margem bruta é o quanto a sua loja virtual obteve de retorno das vendas, subtraindo os custos das mercadorias vendidas e serviços prestados. Para calcular a margem bruta, você deve aplicar a seguinte forma:

                Margem bruta = (lucro bruto/vendas líquidas) x 100

 

Sendo que o lucro bruto é obtido após retirar das vendas o custo das mercadorias e serviços prestados, e as vendas líquidas representa as vendas do e-commerce após retirar as devoluções, impostos, abatimentos e outras deduções.

 

Para aumentar sua margem bruta e garantir maior rentabilidade financeira ao seu negócio, você pode apostar em algumas dicas, como:

 

Avalie o mercado: avalie como está o mercado que a sua empresa está inserida, além de como anda a concorrência e a oferta e demanda do seu produto, desta forma você estará monitorando a estratégia de precificação ideal para a sua operação, por exemplo, se os concorrentes estão trabalhando com um preço de R$ 109,99 e você trabalha com R$ 79,99, poderá experimentar colocar o preço de venda em R$ 99,99. Também é interessante que você conheça o perfil de compra do seu consumidor das linhas de produtos que trabalha e o ciclo de vida de cada produto, trabalhando assim na recorrência ou na recompra deste cliente.

 

Negociação: você também pode diminuir o custo ao negociar um preço ou condições de compra com seu fornecedor, trabalhando com novos prazos de compra ou ainda com descontos especiais para compras a vista. Planejando suas compras em períodos de baixa sazonalidade pode facilitar a negociação, desde que você tenha capital de giro para suportar um maior ciclo financeiro.

 

 

  1. Cuidado com os custos logísticos não mapeados

Como falamos acima, a margem bruta é o valor de retorno das vendas menos os custos das mercadorias vendidas e serviços prestados. Um dos riscos desta rentabilidade são os gastos logísticos não mapeados, entre eles temos:

 

  • Logística Reversa: este é um custo que muitas lojas não contam. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente possui até 7 dias (a contar da data do recebimento do produto) para desistir da compra e efetuar a devolução. Quando isso acontece, o e-commerce deve ressarcir o consumidor e aceitar o produto de volta, além de pagar pelo transporte de volta do item.

 

  • Fullfilment: conceito que se refere à todas as operações e atividades que englobam o pedido do cliente. Entre eles, temos a logística (processo de entrega dos produtos) onde é preciso colocar nos cálculos todos os custos relativos a separação dos pedidos, como embalagem, adesivos, etiquetagem, etc, tecnologia na integração entre o sistema de gestão ERP, logístico e de estoque dando total informação sobre o pedido realizado para a equipe do atendimento pós-venda auxiliando assim na excelência do relacionamento com o cliente. O cuidado nesta área permite que a sua empresa não tenha gastos desnecessários para atrair e fidelizar os seus consumidores. Por exemplo, um bom processo de separação e armazenamento pode influenciar no tempo médio de separação de um pedido para a sua coleta pelo transporte, esta métrica é medida pelo SLA de picking e SLA de packing. Ou seja, quanto tempo leva o pedido entre a coleta no estoque, embalar, separar e a coleta do transporte.

 

  • Campanhas sazonais de frete grátis: é comum que em datas sazonais as lojas virtuais apostem em frete grátis para atrair mais clientes. Antes de aplicar isso em seu e-commerce, analise o preço de venda do seu item e confirme se o valor total não vai afetar a sua margem bruta.

como diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce

 

  1. Investimento externo, fazer ou não fazer?

É comum chegar o momento em que a empresa precisa enfrentar o dilema se deve ou não fazer um investimento externo. Isto tem acontecido, em especial, nos últimos anos devido a crise econômica que o país está vivendo. Para lhe ajudar a decidir se o investimento externo vale a pena, separamos as principais opções:

 

  • Empréstimo bancário: esta é a solução mais comum de investimento externo. O empréstimo bancário é um contrato feito entre a empresa e a instituição financeira, em que o empreendimento recebe uma determinada quantia que deve ser devolvida em um prazo específico, adicionando juros ao valor final.
  • Antecipação de recebíveis: esta opção é muito utilizada pelas lojas como forma de obter capital de giro. Ela funciona como um adiantamento de valores a serem recebidos, ou seja, a instituição financeira antecipa o pagamento de clientes do e-commerce, descontando o valor de encargos bancários.
  • Financiamento: ao solicitar esta opção, a empresa precisa indicar à instituição financeira como vai utilizar o dinheiro emprestado. Vale ressaltar que as taxas do financiamento são mais baixas do que o empréstimo.
  • Financiamento coletivo: existem sites especializados em que você coloca a ideia do seu projeto e traça uma meta de arrecadação para ele acontecer. Os usuários que decidiram contribuir, recebem uma contrapartida quando o objetivo for alcançado.
  • Investidor anjo: os investidores anjo investem o seu dinheiro em uma empresa, apostando que ela vá crescer e ele colha os seus frutos no futuro.

 

Para decidir qual o melhor investimento externo para o seu negócio é preciso entender quais são as suas necessidades atuais. A empresa precisa de dinheiro para sair do papel? O financiamento coletivo e o investidor anjo são boas opções.

 

Agora, se o seu e-commerce já está consolidado no mercado é interessante que você considere as outras escolhas. Os empréstimos bancários, por exemplo, são mais adequados para lidar com situações de curto prazo, como pagar fornecedores e melhorar o fluxo de caixa. Já a antecipação de recebíveis é ideal para adiantar o capital de giro.

 

Por fim, o financiamento funciona melhor quando você tem um investimento planejado que vai aumentar o potencial de lucro da sua loja, como a ampliação do negócio ou implementação de um novo sistema.

 

 

  1. Entenda a importância do fluxo de caixa

Como diminuir os riscos financeiros da sua operação de e-commerce

Já comentamos que o fluxo de caixa funciona como um controle da movimentação financeira da sua loja virtual, ou seja, tem um impacto direto no seu lucro ou prejuízo. Para entender melhor, separamos algumas questões abaixo:

 

  • Capital de giro x antecipação de recebíveis:

A antecipação de recebíveis é uma maneira rápida de conseguir crédito para o seu capital de giro. Com ela, você não precisa esperar pelo prazo dos cartões, cheques ou títulos para repor seu estoque, pagar fornecedores, funcionários ou impostos.

 

Apesar de parecer um negócio repleto de vantagens, existem alguns riscos financeiros nesta atitude. É comum que os empreendedores não encarem a antecipação de recebíveis no que ela é: uma forma de antecipar o dinheiro futuro (que a empresa ainda vai receber) em dinheiro presente. Além disso, a taxa deve ser menor do que a taxa das outras linhas de crédito que o empreendedor possuir. Se isso não acontecer, o negócio não fica tão interessante assim.

 

  • Fluxo de caixa x ciclo financeiro

O ciclo financeiro é composto pelo prazo médio de pagamentos aos fornecedores aliado ao prazo médio de recebimento das vendas. Seu início se dá no pagamento da matéria prima e o seu fim acontece com o recebimento das vendas. Por isso, o impacto direto deste ciclo no fluxo de caixa – que controla a saída e entrada de dinheiro no seu negócio.

 

Importante ressaltar que durante o período do ciclo financeiro, é possível que a empresa tenha que arcar com os custos referentes ao fornecedor sem contar com o valor da venda. Por isso, a importância de um capital de giro capaz de suportar esses tempos. Sem ele, seu e-commerce corre grandes riscos financeiros.

 

  • Custo de estoque x sazonalidade

O controle de estoque é uma das tarefas mais difíceis de uma loja virtual, afinal, qualquer erro pode ser o suficiente para ficar com o produto parado e gerar prejuízos. Sendo assim, qualquer empresa deve levar em conta a sazonalidade de seus itens.

 

Por exemplo, se o seu e-commerce é de moda, você já está preparado para a mudança no estoque de acordo com novas coleções e estações (primavera-verão e outono-inverno). Por isso, ao decidir a quantidade de produtos em seu estoque, leve em consideração a média de vendas durante diferentes períodos. Assim, a sua loja evita perder vendas ou então ficar com itens parados no depósito.

diminuir os riscos financeiros da sua operação no e-commerce

  • Falta de estoque

Usando o exemplo do e-commerce de moda, suponha que o top de vendas são vestidos de até R$ 300,00. Imagine que devido a uma falta de planejamento na produção, a operação não produziu peças suficientes para suprir a demanda de vendas desses produtos.  Ou seja, foi um problema na falta de comunicação da equipe de vendas/marketing, que não passou de forma eficiente as metas estipuladas para a equipe de produção, o que acarretou na fabricação de um volume menor de peças que o esperado na projeção do e-commerce. Um problema na operação que irá afetar negativamente as vendas e, portanto, diminuição da receita captada.

 

  • Excesso de estoque

Contrariamente, o excesso de estoque também pode representar um grande risco à operação do e-commerce. Por exemplo, uma compra mal planejada, no qual o estoque irá sobrar por falta de demanda, ocasionará a necessidade de maior investimento para promoção (divulgação e descontos), ou seja, na perda da margem bruta.

 

 

  1. Importância da estratégia de compras na operação

O setor de compras também é fundamental para diminuir riscos financeiros. Afinal, uma empresa que compra mais do que vende, fica com produtos parados, afeta o fluxo de caixa e gera prejuízos.

 

  • Prazo médio de venda x cobertura do estoque

A cobertura de estoque é um índice usado pelas empresas para medir o tempo em que o depósito consegue cobrir as demandas futuras, sem ter a necessidade de suprimento. O prazo médio de venda é o período em que o negócio espera para receber pelas vendas realizadas.

 

A cobertura de estoque depende tanto do prazo médio de venda que o cálculo da primeira necessita do valor da segunda. Confira:

 

Cobertura = estoque/prazo médio de venda

 

  • Prazo médio de venda x prazo médio de compra

Enquanto o prazo médio de venda é o tempo em que o negócio espera para receber pelas vendas realizadas, o prazo médio de compra é o período em que a loja demora para pagar as suas dívidas.

Por isso, sempre tenha o conhecimento dos valores que você tem a receber, assim como as contas que estão abertas e o prazo de cada uma delas. Uma má administração destes dois processos pode causar grandes prejuízos ao seu e-commerce.

 

  • Curva ABC x cobertura de estoque:

Para garantir o sucesso do seu negócio a receita é simples: obter o maior prazo de pagamento que puder com seus fornecedores, receber o quanto antes do seu cliente, empregar o menor investimento possível em estoque e prestar uma boa experiência ao consumidor. Algumas ferramentas podem ajudar a você a conquistar um bom resultado.

 

Exagerar no estoque pode fazer com o que seu dinheiro fique parado, já falta de itens no depósito pode gerar menos receita e abrir oportunidade para a concorrência. Para evitar que isto aconteça, você pode usar o conceito de curva ABC.

 

A curva ABC é um método de classificação de informação em que se separam os itens de maior importância ou impacto. Eles são identificados da seguinte forma:

  • Classe A: de maior importância, valor ou quantidade;
  • Classe B: com importância, valor ou quantidade intermediário;
  • Classe C: de menor importância, valor ou quantidade.

 

Imagine a seguinte situação: o dono de um e-commerce comprou um produto do fornecedor pois este ofereceu a um preço muito barato. Mas como não havia demanda (o público não conhecia e/ou não confiava no produto), a mercadoria ficou parada em estoque. Ele também não previu o custo de divulgação e investimento na produção de conteúdo para aumentar o conhecimento do público e engajá-lo a comprar. Sendo assim, ele ficou com capital parado (preso no estoque), impossibilitando ele de fazer outros investimentos, promoções de marketing ou mesmo usar como capital de giro.

 

  • Diminuindo os riscos financeiros comprando certo:

Como já comentamos nos tópicos acima, uma boa forma de diminuir os riscos é comprando os produtos do seu fornecedor na quantidade e hora certa. Antes de fazer uma compra para o seu e-commerce, leve em consideração a curva ABC, gestão de estoque, prazo médio de venda e compra e cobertura de estoque.

 

Deu para entender quais são as 8 formas de diminuir os riscos financeiros da sua loja virtual? Você tem alguma outra dica? Conte para a gente nos comentários.

 

 

Texto por José Felipe, Business Partner na Bluefoot.

Voltar
O QUE VOCÊ PRECISA?
FALE UM POUCO SOBRE SEU PROJETO E NÓS ENTRAREMOS EM CONTATO





Algum dado foi preenchido incorretamente e requer sua atenção.

Dados enviados com sucesso!

Obrigado.

ok
VAMOS FALAR SOBRE SEU NEGÓCIO?
ligue agora
41 3024-8086
Mapa
Av. Agostinho Leão Junior, 200 Alto da Glória - Curitiba/PR

Acesse nossas redes

Twitter Facebook Instagram Google Mais Linkedin

+55 41
3024-8086